Comprar livros online


Entrar numa livraria, sentir aquele cheirinho de livros e ter o prazer voltar pra casa com uma sacola de livros e vários novos marcadores de página é uma sensação incrível, eu sei. Mas nem sempre o dinheiro e o tempo está sobrando para que consigamos usufruir disto. Por sorte, a tecnologia de vez em quando faz algo descente - não que eu não seja a favor da tecnologia, mas em certos pontos ela estragou mais ainda a sociedade em que vivemos - as compras de livros online!

Hoje, a segurança para fazer essas compras está cada vez melhor e você sempre poderá conferir o e-bit (que é uma avaliação de consumidores que já compraram, digamos) da loja que você pretende efetuar a compra. Outra vantagem de comprar livros online é o preço, que sempre está mil vezes mais barato que nas livrarias e as ferramentas que você pode usar são ótima como o Buscapé, que pesquisa do site mais barato ao mais caro e ainda calcula também com o frete. Mas lembre-se comprar num site barato com uma e-bit ruim poderá sair muito mais caro que um local com uns dez reais a mais e um e-bit excelente ou ótimo.

Onde comprar?

Os locais onde você poderá comprar são vários, onde você pode ver o frete, as opções de entrega - por exemplo, na Saraiva de algumas cidades você compra o livro online e pode pegar na livraria sem pagar frete - as promoções. Temos: Submarino, que sempre está de parabéns quanto às entregas muito rápidas, Livraria Saraiva, que sempre está com promoções ótimas - inclusive hoje está tendo 80% em alguns livros - muitos outros.

Caso algo dê errado, o que é raro dependendo do site, e você não conseguir falar com a empresa, o que é mais raro ainda dependendo do site, saiba que a Polícia Federal e o Código do Consumidor sempre estarão ao seu lado para ressarcir os danos. Mas relaxe e vá sempre em sites confiáveis. E ao comprar só arranje um jeito da ansiedade passar enquanto o livro chega. Fora isso? É uma ótima compra, a qual você não se arrependerá. 

Você conhece? - Literatura Brasileira | Romantismo



Bestsellers, #1 The New York Times, The New Novel by GG, livro em inglês, Depository Book, Amazon, Wizard, Hilpro, CCAA. Tudo isso é muito bom, mas e a nossa literatura onde fica? Você conhece, ou acha que conhece, ou faz parte dos grupos de alienados - desculpa se lhe ofendo - que despreza a própria literatura e suas raízes? Se você fizer parte deste último grupo espero convencer-lhe até o fim desse post. Mas vamos à uma rápida aula de história e literatura.

Quando o Brasil foi achado pelos portugueses em 1500, a Europa estava na fase literária do Classicismo e deu-se início ao Quinhetismo no Brasil - que é mais uma espécie de fase de transição.Temos então o Barroco, o Arcadismo - uma das minhas fases literárias preferidas com seu maravilhoso Carpe Diem - e o então, o  Romantismo. Na minha opinião os vários clássicos incríveis são frutos dessa fase. Logo após o Realismo, Simbolismo, Naturalismo e Modernismo - se errei a ordem ou esqueci de algum perdoem-me e deixem aí nos comentários.

No Romantismo há um grande destaque da poesia e da prosa, a qual focarei mais. Temos escritores incríveis e com um talento inacreditável em nosso Brasil, admito que sou uma grande fã da literatura estrangeira, principalmente quando falam de Literatura Britânica, mas ao ler algum desses livros como paradidáticos, ou não, me apaixonei. Nessa fase do século XVIII ao XIX, temos no Brasil como escritores de prosa, José de Alencar, Álvares de Azevedo, Joaquim Manuel Macedo - autor de A Moreninha livro que iniciou o Romantismo em prosa no Brasil -, Martins Pena, Bernardo Guimarães e muitos outros.

Vamos aos livros.

Moreninha - Joaquim Manuel Macedo
Pus essa versão porque já li outros livros clássicos pela Moderna e são ótimos pois vêm com notas de rodapé que auxiliam muito na leitura, mas se você tiver outra editora que lhe agrade mais, fique a vontade. O romance A Moreninha conta a história de amor entre Augusto e D. Carolina (a moreninha). Tudo começa quando Augusto, Leopoldo e Fabrício são convidados por Filipe para passar o feriado de Sant’Ana na casa de sua avó. Os quatro amigos estudantes de medicina vão para a Ilha passar o feriado e lá encontram D. Ana, a anfitriã, duas amigas, a irmã de Filipe, D. Carolina e suas primas Joana e Joaquina. Antes de partirem Filipe havia feito uma aposta com Augusto: se este voltasse da Ilha sem ter se apaixonado verdadeiramente por uma das meninas, Filipe escreveria um romance por ter duvidado. Caso se apaixonasse, Augusto é quem deveria escrevê-lo. 
Augusto era um jovem namorador e inconstante no amor. Fabrício revela a personalidade do amigo a todos num jantar, o que faz Augusto ser desprezado pelas moças, menos por Carolina. Sentindo-se sozinho, Augusto revela a D. Ana, em uma conversa pela Ilha, que sua inconstância no amor tem a ver com as desilusões amorosas que já viveu e conta um episódio que lhe aconteceu na infância. Em uma viagem com a família, Augusto apaixonou-se por uma menina com quem brincara na praia. Ele e a menina ajudaram um homem moribundo e, como forma de agradecimento, o homem deu a Augusto um botão de esmeralda envolvido numa fita branca e deu a menina o camafeu de Augusto envolvido numa fita verde. Essa era a única lembrança que tinha da menina, pois não havia lhe perguntado nem o nome. 
O fim de semana termina e os jovens retornam para os estudos, mas Augusto se vê com saudades de Carolina e retorna a Ilha para encontra-la. O pai de Augusto, achando que isso estava atrapalhando seus estudos, proíbe o filho de visitar Carolina. Depois de um tempo distantes, Augusto volta a Ilha para se declarar a Carolina. Mas ela o repreende por estar quebrando a promessa feita a uma garotinha há anos atrás. Mas como Carolina sabia? D. Ana poderia ter contado a história, contudo ela não sabia da promessa feita, como então Carolina conhece tão o bem o passo de Augusto? Eis aí um mistério para você descobrir.
A Luneta Mágica - Joaquim Manoel Macedo
Outra versão muito boa para ler clássicos são os da editora Martin Clare (li Dom Casmurro e Helena pela versão desta editora, livros do Realismo que falarei no próximo post). 
Se engana aquele pensa que o Romantismo só se refere ao Romance Romântico. A Luneta Mágica é considerado a primeira obra de fantasia brasileira A obra foge do tom romântico e tem uma conotação maior de fábula com lição de moral. De forma crítica e bem humorada ele faz um retrato do Brasil no final do segundo império, mais precisamente da cidade do Rio de Janeiro. Em A Luneta Mágica, Joaquim Manuel discorre sobre o bem e o mal (maniqueísmo) e como ele faz parte das pessoas. A trama é contada por um narrador-personagem, Simplício, que sofre da chamada miopia física, que não permite que ele enxergue nada que vá além de duas polegadas, sendo quase cego, e sofre também de miopia moral, que faz com que ele não entenda as ideias alheias e a intenção das pessoas, considerado um parvo (inocente, bobo). 
Simplício, rapaz que ficou órfão aos 12 anos de idade, e mora com Américo, que administra sua herança, a tia Domingas, mulher religiosa e devotada, e com a prima Anica. Certo dia ele é chamado para participar de um júri onde conhece Sr. Nunes, quem o indica um gravador de vidros chamado Reis e que poderia ajudar com seu problema de miopia. Chegando na loja de Reis, este tenta fazer as mais variadas lentes de todos os graus mas nenhuma serve para Simplício. Reis diz para Simplício procurar um mágico Armênio que ele mesmo havia trazido da Europa para trabalhar na sua oficina e que poderia ajudá-lo. Simplício tinha ânsia de enxergar e vai ao encontro do mágico. Depois de um ritual o Armênio entrega ao míope uma luneta com a qual ele poderia enxergar agora. Mas há uma advertência: ele não deve fixar a luneta por mais de três minutos sobre nenhum objeto ou pessoa, se não acabaria vendo o mal delas, e caso fixasse por até 13 minutos ele veria seu futuro e a luneta se destruiria automaticamente.
Contudo Simplício quebra a regra e começa a ver o mal em todas as pessoas, contudo a luneta quebra antes que ele possa ver seu futuro. Depois ele volta a Reis e Armênio reclamando da lente e recebe outra, a do bem, e vê a bondade em todas as pessoas, entretanto se apaixona por várias mulheres e acaba sendo enganado. Outra vez frustrado ele decide quebrar a luneta novamente. Simplício sobe no corcovado onde decide ver a cidade do Rio de Janeiro e depois se suicidar. Mas na hora em que ele vai se jogar aparece Reis e o Armênio, que explicam que todos possuem o bem e o mal dentro de si, e que a humanidade é imperfeita. Armênio lhe entrega a última luneta, dessa vez a do bom senso. 
Uma obra com um quê fantástico e filosófico, uma ótima leitura para os fãs de fantasia.

José de Alencar e seus Perfis de Mulher.
Finalmente chegamos ao meu escritor favorito do Romantismo. José de Alencar escreveu as maiores obras dessa época, inclusive escreveu uma espécie de Trilogia falando sobre perfis de mulher daquela época, eles são respectivamente: Diva, Lucíola e Senhora. O último é a obra mais madura de Alencar e particularmente minha preferida. Diva conta sobre Emília, bela e rica filha mimada de um capitalista carioca fica dividida e confusa frente ao amor de Augusto. Augusto e Emília ficam assim presos em jogos de amor, amizade e desprezo que são por vezes infantis e outras humilhantes. Augusto se declara, Emília diz não o amar. Por fim Augusto renega seu amor, Emília declara também amar, O romance que segue ao pé da letra o estilo folhetim: heróis perfeitos, um obstáculo para o amor (a dúvida de Emília) e um final que se decide apenas no último instante.
Lucíola, conta a história de Lúcia e Paulo, este foi morar no Rio de Janeiro para estudar Direito e aquela era uma cortesã da elite. Paulo ao vê-la, mesmo sabendo que é uma prostituta, apaixona-se e quer tira-la desse mundo. Contudo Lúcia não se vê digna desse amor e após muita relutância casa-se com Paulo, contudo ele começará a suspeitar da fidelidade de Lúcia pois o passado ainda atormenta-o. Lúcia também sente o fato dele nunca ter apresentado-a à sua família. Então cria-se um certo ressentimento por parte dos dois até que Lucíola deixa Paulo e você pode saberá o fim dessa trama ao ler o livros, só aviso-lhe que, se for um leitor sensível, lágrimas rolarão.

E finalmente, Senhora! Sinceramente, esse livro precisava de um post só dele, mas vamos à uma versão resumida - infelizmente - sobre a magnífica história da linda Aurélia Camargo e Fernando Seixas. Bom, José de Alencar faz um enorme crítica ao casamento arranjado e por interesse no dote da noiva. Aurélia era uma moça pobre que aos dezenove anos recebe uma herança do tio falecido. Desde então, se torna a rainha dos salões, a qual ninguém nunca ousou disputar-lhe o cetro e sua fila de pretendentes aumenta ainda mais. Mas chega à capital do Brasil do século XIX, Fernando Seixas um galante solteiro que vive de aparências, mas ao ver Aurélia ele fica chocado, pois depois de tantos anos os amantes do passado finalmente se encontraram. Aurélia no dia seguinte pede a Lemos que vá a casa de Seixas e diga que tem uma moça muito rica, com um dote de 200.000 mil contos-de-réis, mas que ele só poderia vê-la quando concordasse. Seixas movido por sua ambição aceita e ao saber que é Aurélia é a noiva prostra-se aos pés dela implorando perdão pelo passado e dizendo que a ama, mas a mesma, em sua vingança, diz que ele é só um objeto dela para a sociedade e que ele foi comprado. E vivem então por meses num casamento de aparências, enquanto os dois se recusam ao admitir a antiga paixão da adolescência. Angustiante e faz com que você leia o mais rápido possível, sufocando-lhe nos últimos capítulo, mas trazendo um final de deleite após o termino.

E foi isso, espero que tenham gostado e que leiam mais sobre nossa literatura.
Até a próxima,
Dâmaris.

Delírio - Resenha


EU. PRECISO. DO. PRÓXIMO. LIVRO.

E é assim que você fica ao terminar de ler Delírio, por sorte nós já temos a continuação aqui no Brasil. Juro, que eu não vejo sentido em viver desde que eu terminei de ler esse livro, inclusive eu vou ali me matar, zueira. Mas o fim é muito angustiante, então caro leitor, quando comprar Delírio, pelo amor de todos os deuses, compre Pandemônio - sua continuação - e seja uma pessoa feliz sem sofrer as consequências desse maldito cliffhanger (se você não sabe o que é cliffhanger leia o post anterior e volte). Mas vamos à história.

O livro é uma distopia que se passa em Portland, Estados Unidos. Na história há sessenta e quatro anos identificaram o amor como uma doença, amor deliria nervosa, e depois de onze anos acharam uma cura para ele. Aos dezoito anos toda pessoa passará pela Intervenção: cirurgia a qual retirará qualquer e todo sentimento que possa ter alguma ligação com o amor, e logo você será pareada a um homem que será seu marido e você terá filhos e viverá uma vida tranquila, com apenas o sentimento de companheirismo. A irmã de Magdalena Haloway (nossa personagem principal) já passou para cura, e faltam exatamente três meses e cinco dias para o dia da Intervenção de Lena - que é como ela prefere ser chamada - e Lena quer desesperadamente que essa dia chegue já que quer livrar-se do trauma de sua mãe. 

A mãe de Lena foi uma resistente da Intervenção, uma simpatizante, como chamam, e teve que passar pela Intervenção três vezes por causa da depressão que sentia pela morte de seu marido e pai de Magdalena. E então quando Lena tinha apenas cinco anos - se não me engano - sua mãe foi até um precipício e jogou-se de lá, cometendo o suicídio. Ao menos essa sempre foi a história contada por todos e a que Lena cresceu sabendo e ouvindo. 

Com o tempo Lena acabou virando melhor amiga de Hana, a qual nunca foi muito a favor da ideia da Intervenção, diferente de Lena. Mas eis que finalmente chega o dia da entrevista para a cirurgia, e no meio da entrevista - que Lena por acaso está indo muito mal - a sala é invadida por uma manada de vacas ( sim VACAS!) e ela percebe de cara o que está acontecendo. É mais um manifesto dos Inválidos - pessoas infectadas pelo amor que moram na Selva, longe da capital. E ao correr para debaixo de uma das mesas vê um rapaz que acompanha risonho toda a situação, e ele ao vê-la sorri e pisca para ela.

Cada capítulo começa com algo que eles chamam de Shhh - Suma de hábitos, higiene e harmonia - nome o qual achei bastante incrível e criativo, é como uma espécie de Manual de Instruções de uma vida por lá e sempre ligado a informações sobre a doença.

(interessante não?), e no caso da mãe de Lena:

Mas voltando a nossa resenha. Após esse dia, a imagem do tal rapaz continua na cabeça dela, mas ignora com o tempo. Até que certo dia, em uma das corridas com Hana, elas acabam encontrando-o e ele age como se não a conhecesse, mas na hora de ir embora diz uma única palavra que faz com que ela tenha certeza de que ele estava lá, mas há um porém. Alex - nosso boy magia - tem a marca, a cicatriz, de um curado, alguém que já passou pela Intervenção. E isso faz com que ela acabe confiando nele, até que ele conta a ele que as marcas não são de verdade, são apenas uma cicatriz feita por um bisturi que ele mesmo fez. Na realidade ele veio da Selva e é um Inválido sustentado em Portland por simpatizantes. Mas já é tarde para os dois, Lena foi "infectada" pelo amor deliria nervosa. E desde então eles passam a encontrar-se escondidos, normalmente quebrando o toque de recolher, e pensando cada vez mais em como viver juntos, já que Lena irá passar pela Intervenção - que agora falta duas semanas.

O livro tem um desenrolamento lento, mas mesmo assim perfeito, e segue uma linguagem bastante poética, e sua narração é cheia de metáforas, lembrando que o livro é narrado em primeira pessoa pela Lena, por exemplo: 



E daí em diante, rolam muitos spoilers, e coisas incríveis. Não me arrependo e indico ao máximo para quem gosta de uma distopia e um romance. Como vocês puderam ver é uma capa muito bonita, toda laminada, o segundo livro segue o mesmo estilo de capa e deve ser incrível, pois ao fim de Delírio vêm o início de Pandemônio, espero que gostem e leiam. E não se esqueçam: 
Até a próxima, 
Dama.

Cliffhangers - O que é?

 Olaola!

Bom hoje que vim falar de algo que com certeza você já leu/assistiu mas não sabe o que é. Sabe quando você está lendo um livro e algo incrível está acontecendo, e você precisa urgentemente terminar de ler pra saber o desfecho? Só que o livro vai acabando e fim não chega, então no meio do acontecimento bombástico, inusitado, aterrorizante, o livro acaba. Apresento-lhes o tão temido Cliffhanger. E então você entra em processo de depressão desiste de viver, descobre que a vida não irá mais fazer sentido até você ler o próximo livro.

Caro leitor, acredite, eu lhe entendo pois eu estou sofrendo as consequências de um cliffhanger de uma saga que conquistou-me, a qual resenharei em um post adiante. Mas para deixar vocês preparados psicologicamente eis aqui uma lista de dez livros que eu li ou não, e que me deixaram com depressão até o próximo livro.

1° Delírio - Lauren Oliver (1° livro da série Delírio)
O livro termina com um meio "vá e eu vou dar um jeito de sobreviver, mesmo que não exista chances", e "oh, meu amado, sim, por você eu correrei". E isso sinceramente nos deixa com uma dor no coração até mesmo porque no fim do livro contem trechos do inicio de Pandemônio, o segundo livro da série, que comprarei o mais rápido depois. Na realidade foi ele que me inspirou a escrever esse post e eu estou "NÃO ACREDITO NISSO LAUREN MEU DEUS, PORQUE????"

2° Em Chamas - Suzanne Collins (2° livro da série Jogos Vorazes)
Faz muito tempo que li, mas se não me engano termina com uma frase bombástica estilo: UATI?

3° A Marca de Atena - Rick Riordan (3° livro da série)
Eu fiquei com vontade de matar o tio Rick após esse livro, da série Heróis do Olimpo. Ele termina o livro e você não sabe o que aconteceu com os personagens, nem se eles estão vivos.

4° Percy Jackson e o Mar de Montros - Rick Riordan (2° livro da série Percy Jackson e Os Olimpianos)
Esse também me deixou com uma raiva muito grande, por sorte eu tinha a continuação em mãos. Mas termina com uma notícia que você fica: O QUE? COMO? QUANDO? QUEM? AONDE? ZEUS COMO ASSIM???

5° A Elite - Kiera Cass (2° livro da série A Seleção)
O livro nas ultimas cem páginas já deixa você desesperada porque você sabe o que vai acontecer, mas não pode acontecer. E então de repente acontece algo pelo o contrário e tudo termina bem, mas a escritora para matar você do coração deixa uma frase no ar, que faz com que você se desespere.

6° Tormenta de Espadas - George Martin (3° livro da série Crônicas do Gelo e Fogo)
Eu ia esquecendo de citar, mas o livro termina com algo que deixa você quase desmaiando ou matando você por asfixia. Não dá pra explicar sem spoiler.

7° Feita de Fumaça e Osso - Laini Taylor
Ainda não li.

8° Cidade dos Ossos - Cassandra Clare (1° livro da série Os Instrumentos Mortais)
Eu não tenho forças pra falar desse livro. A autora deixa você com vontade de não viver mais, porque ela destrói seu coração e sua alma, com todo prazer, por uma duvida que dói até o TERCEIRO livro.

9° Fallen - Lauren Kate (1° livro da série)
Ainda não li, mas todo mundo fala (parece mal de Lauren ne?).

10° Estilhaça-me
Ainda não li.

Mas e você? Já sofreu a dor de um cliffhanger? Se sim, deixe aí nos comentários qual livro foi.

Até a próxima,
Dama.