Shadowhunter (01x01) - The Mortal Cup | Resenha



Olá!
Hoje vim trazer a resenha do primeiro episódio da série da minha saga favorita! Shadowhunters é adaptação das saga Os Intrumentos Mortais, que está sendo pelo ABC Family. A temporada será narrando o primeiro livro - serão em torno de 13 episódios - e cada episódio tem em torno de 42 minutos. Esta terça (12), o piloto foi exibido: The Mortal Cup. O qual é bem parecido com o livro, mas possui algumas alterações, as quais vou comentando a decorrer.

Tudo começa quando Clary Frey está em frente à boate Pandemônio e um cara loiro vestido totalmente de preto esbarra nela - para os já conhecedores da Saga, Jace - e ao repreendê-lo, ele se choca por saber que aquela pequena ruiva pode vê-lo e começa dizer que ela possui a Visão, o que de início a assusta por não saber o que é.



E então a cena volta a oito horas antes e sabemos que é o aniversário de 18 anos de Clary, e ela está numa espécie de teste para entrar na faculdade de arte, como qualquer outra garota normal. Ao chegar em casa sua mãe, Jocelyn, está meio tensa e insiste que as duas possuam uma conversa, mas Clary está meio ocupada pois tem que ir no show da banda do seu melhor amigo Simon, e podemos ver que há algo misterioso pois sua mãe diz para o Luke - uma espécie de amigo de muitos anos das duas, que faz você se perguntar "porque eles não namoram?" - que Clary poderia ser criança por um último dia. E então, a série volta para cena do início, quando ela encontra Jace. E dá-se inicio a toda cena dentro do pub e ela presencia um assassinato que na verdade são os caçadores da sombra Jace, Alec e Izzy, matando demônios.


Após isso Clary volta para casa assustada e sua mãe está tensa ao ver que homens estão em frente à sua casa e querendo entrar, então ela manda Clary por um portal para longe da casa. E quando ela volta ela encontra Dot, a feiticeira que vive em sua casa e mesma se transforma num demônio e a ataca, quando de repente Jace aparece e mata o demônio. 



E então ela é levada para o Instituto, tal qual o livro, que é como se fosse uma casa para todos os shadowhunters.


Livro x Série 

Existem diferenças visíveis entre o livro e a série:
   • Os personagens são mais velhos. Clary possui 18 ano e já está indo pra faculdade, por exemplo. Contudo, isso foi necessário devido a medidas judiciais, já que o livro possui cenas que se fossem postos na série com personagens menores de idade, poderia dar alguns problemas na justiça.
    
   • Jocelyn e Clary. Différente do livro, Jocelyn na série mostra uma vontade de contar a verdade à Clary sobre os shadowhunters, e na cena em que O Ciclo invade a casa a procura do Cálice Mortal, Clary está na casa e é mandada por um portal até Luke em que vê a cena em que ele diz que não se importa com ela nem a mãe.

   • Luke. Nos livros ele possui uma loja de artigos antigos, na série ele é um policial e desde o início fica implícito que ele é um lobisomem.
  
   • Tecnologia. Os Shadowhunters possuem tecnologias no Instituto que os ajudam na caça aos demônios.

Livro x Filme

Eu particularmente estou no grupo que preferiu a serie 
   • Os personagens são mais semelhantes aos livros que o filme. 

   • Diferente do filme que mudou todo o final que envolve Valetin, a série já mostrou a existência de seu "laboratório" em Chernobyl.

O início da série dividiu o fandom, pois ao passo que muitos gostaram, muitos odiaram. Só nos resta esperar. A série está disponível na Netflix, e o sergundo episódio foi liberado já hoje. 

Até a próxima, 
Dâm. 

O Rei do Inverno - Resenha | por Dâmaris


                          

    "A corneta soltou uma nota clara e fria como eu nunca tinha ouvido. Havia pureza naquela corneta, uma pureza fria e firme como não existia em toda a terra. Soou a primeira vez, soou a segunda, e o segundo toque foi suficiente para fazer parar até os homens nus e fazê-los olhar para leste, de onde viera o som. Eu também olhei. E fiquei deslumbrado. Era como se um novo sol se tivesse levantado naquele dia já chegando ao fim. [...] Mas aquele escudo era segurado por um homem como eu nunca tinha visto antes: um homem magnífico, um homem montado num cavalo magnífico e acompanhado por outros homens como ele. [...] Era o estandarte do urso. A corneta soou uma terceira vez e, de súbito, eu senti que ia viver e comecei a chorar de alegria. Todos os nossos lanceiros choravam e gritavam ao mesmo tempo e a terra estremecia sob os cascos dos cavalos daqueles homens que pareciam deuses e que vinham para nos salvar. Artur tinha, finalmente, chegado."